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Startups ''unicórnio'' estão se tornando muito menos raras do que seu nome sugere

Nos Estados Unidos, o termo “unicórnio” está sendo usado para classificar as startups avaliadas em bilhões de dólares. 

 

Avaliações em bilhões de dólares? Hmmmm.

Em 2014, 23 companhias dos EUA se tornaram unicórnios: aquelas startups de bilhões de dólares que, até uns anos atrás, eram em sua maioria mitos. De acordo com a Cowboy Venture – empresa de capital de incentivo em Palo Alto, na Califórnia – de 2003 à 2013, em média, 4 unicórnios nasciam por ano.

“Nós vimos uma explosão delas no ano passado e veremos ainda mais neste ano” diz Matthew Wong, analista da CB Insights que rastreira dados de startups. 

A rápida expansão do mobile e da tecnologia em nuvem permitiu startups escalarem até o topo mais rápido e a um baixo custo. Combinadas com uma inundação de investimentos, tudo se tornou mais fácil para que elas pudessem se manter privadas por mais tempo e, então, atingir altas avaliações no mercado.

Na época dos dias instáveis da virada do século, empresas “estavam recebendo avaliações gigantescas sob a promessa de que se você construísse, eles viriam”, diz Aileen Lee, sócio fundador na Cowboy Ventures. Sobre as startups de 2003 à 2013, Lee diz que os fundadores costumavam ter por volta dos 30 anos, tinham experiências anteriores em companhias de tecnologia e eram graduados nas melhores universidades. As equipes geralmente tinham um brilhante tecnólogo entre eles.

Saiba também que a maioria dos unicórnios não surgem da noite para o dia: os de 2014 tinham, em média, 7 anos de estrada e ao menos um terço eram ainda mais antigos. “Eles geralmente passaram por muitos altos e baixos durante o caminho”, comenta Lee (mesmo dois deles tendo apenas 2 anos de vida).

 Agora surge a era do decacórnio: companhias avaliadas entre US$ 10 e US$ 50 bilhões.

 

Fonte: http://www.inc.com/magazine/201506/jennifer-alsever/the-swift-pace-of-the-newest-unicorns.html

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