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Inovação no incentivo à filantropia

Já imaginou largar uma carreira de 14 anos no mercado financeiro para se dedicar à filantropia? Marcos Flávio Azzi, 42, tomou essa decisão em 2009, depois de passar 12 dias meditando no Deserto do Atacama. Saiu da administradora de recursos da qual era sócio e fundou o Instituto Azzi.

A ONG, sem fins lucrativos, oferece à pessoas de alto poder aquisitivo da Grande São Paulo orientação para que encontrem projetos sociais que sejam confiáveis e focados em suas causas de interesse para que possam apoiá-los de forma transparente e com acompanhamento do dinheiro doado. De 2009 para cá, com sete pessoas na equipe no Rio e em São Paulo, o Instituto já assessorou 50 filantropos e canalizou R$ 12 milhões para 80 ONGs.

Marcos não recebe salário desde que abandonou o emprego no mercado financeiro. Vive com os rendimentos de uma carteira de ações. Desde 2003, o administrador investe anualmente 1% de seu patrimônio em um projeto de reforma de casas na periferia de São Paulo e, por muito tempo, instigou amigos a fazer o mesmo. Aos poucos, descobriu que por falta de tempo e orientação para escolher uma ONG eficiente, responsável e dedicada, muitos deles não se dedicavam à causas filantrópicas. Foi aí que encontrou espaço para aliar seus conhecimentos administrativos a uma boa causa e inovar na maneira de fazer doações.

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